Se escrevo o Indizível, torno-me ilegível?
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Minha amiga Ana pediu-me para participar de seu meme sobre 8 coisas que desejo fazer antes de morrer. De um lado a resposta não cabe em 8, de outro, não precisa de tudo isto. De um jeito ou de outro o fato é que de seu pedido nasceu uma constatação: tenho medo do bicho papão!
A emoção da morte está nos olhos de quem vê? Quem morre será que se emociona sempre? Acho que só há um jeito de descobrir e não há como agendar consulta... Quem fica sofre a perda, emoção da qual sou íntimo, mas morte também é pragmática e pateticamente banal. Daí a questão: a própria morte será emocional ou pragmática?
Foi assim: um pobre coitado, um menino de 16 anos, favelado e eleito desmerecido pela sociedade caiu duro no chão de uma vezada só. O colega que estava ao lado começou a rir e a puxá-lo pelo braço, mandando que ele se levantasse. Em segundos juntou multidão, uns rindo, outros dizendo "ih, morreu", outros com os olhos arregalados e perplexos sem dizer nada e o único denominador comum era a falta de atitude.

[[background: desde que cheguei ao Brasil, que para minha tristeza já faz 5 longos meses, liguei a TV 8 vezes:
- 2 DVDs
- 2 treinos de F1
- 3 corridas de F1
- 1 canal da MTV enquanto tomava café (sem som)]]
aí a vida vem e te fode.
nada como ser desrespeitado por quem mais se preza.
nada como ter a confiança traída por quem você mais se entregou.
nada como não poder, não ter como se esquecer.
nada como descobrir que aquele pelo qual você descartou tudo considera você descartável.
nada como saber que felicidade é se esqucer de que está vivo.
Refiro-me ao meu post do ano passado sobre o dia internacional da mulher. De lá prá cá, no que tange à esta celebração, pouco mudou... exceto pelas Benazir Bhutto que se vão.

Seu Lobo, depois de longo e maravilhoso inverno, decidiu visitar a floresta pois lhe fora dito que por lá a matilha era uma muito legal. Chegando deu de cara com uma loba fantasiada de Chapeuzinho vermelho. Achando aquilo estranho, perguntou: - Por que você está fantasiada assim? - Ora, sou Chapeuzinho Vermelho. Ele olhou. Olhou de novo. Finalmente percebeu o jogo. - Ahhh... você quer brincar de Chapeuzinho Vermelho? A loba, já encarnando a pureza e inocência de Chapeuzinho, emendou:


Aeroporto de Recife, desembarque, depois de 24 horas de vôos, lay-overs e alfândega chata onde tive que provar que meu equipamento de informática é de uso pessoal e profissional para evitar o pagamento de alguns milhares de dólares em impostos.


Dei um search no Google images por transition e dentre as várias imagens desconexas me apareceu esta aí. Não sei quem é o autor da tela mas gostei da impressão que me passou, do movimento... do banco para a cama. Uma transição que pode parecer simples para alguns ou um grande desafio para outros. Vejo também a determinação, o desejo, o risco de fracasso e o medo. Vejo tudo isto talvez porque esteja projetando minha realidade na tela.

Todo Mundo,
Tudo bem com vocês?? Ando com saudades dos amigos daqui, mas as "maleditas" 24 horas do sol-a-sol não ajudam!
Hoje só vim aqui para falar um oi, dizer que meu rio continua correndo para o mar e que mesmo sem escrever muito, continuo visitando os blogs de sempre e acompanhando a saga de cada um. E para os que não têm blog, o pensamento persiste e às vezes até vem popular meus sonhos!
Aqui vão umas curtas bobagens:
Minha adorada Pinta, escreveu um post muito interessante no Patifaria chamado "dr. house", o qual decidi comentar e comentando fui até onde a língua não alcançou e para não obliterar, decidi fazer um trackback para o post dela e escrever aqui, em forma de post o que na verdade é um comentário referente ao tal post, que por sua vez é neto do post do Indizível que nasceu do comentário advindo do outro tracback daquele post no Patifaria... ahh... você entendeu, não é?!?!
Caríssimos,
Como havia dito na virada do ano, este tem sido mais "apertado de costura" e por isso as longas ausências de posts. Isto somado ao fato de que tenho feito muito novos amigos aqui no Indízivel me fez querer cavar posts antigos e republicá-los, pois tenho certeza, não foram lidos por quase ninguém e são, em sua maioria, atemporais. So, without further ado...
Life is blazing fast but fucking long!
Entender o etéreo feminino é saber quando ser machista e quando ser feminista.
I've become a separist. Free Québec!
Why? Because I'd love to see those whiners having their asses handed back to them on a silver plate!
If you're XSIted, it's prolly cause you want to have Six! ![]()
Adnilson,
Meu amigo, meu companheiro,
meu camarada, meu irmão,
parabéns por mais um ano encarando esses caminhos tortuosos
que a vida insiste em imprimir aos fortes.
Grande abraço!
Leonardo.

As they say, "some men are born brothers, others, earn it!"

Chega a noite. Olho você na cama em sono inabalável, ou quase.
Mais que o cansaço, sou dragado às avessas para o fundo do seu mar
pelo canto sedutor do seu ar, seu respirar.
Jogo-me na cama qual bandido, da prancha, em alto-mar
mas arbítrio não há, só liberdade.
Ao seu lado lhe decoro, até que toco.
Toque, esperança. Toque, decreto. Toque de fato.
Este peixe já tem fisgo! No anzol dos olhos, na linha dos cachos, na firme vara.
Toco e digo à quintessência do parco consciente seu:
- Sou eu, seu pescador! Seu marujo, seu senhor e seu escravo! Mergulha as águas dos sonhos que daqui lhe amparo.
Assim sigo a vê-la no fraco contraste dos escuros cinzas,
nas turvas águas dos pensamentos desconexos.
Enfim cedo, entrego-me e mergulho com você nas águas profundas da escuridão.
Abro os olhos. Não me afoguei.
Outra vez e sempre, você me resgata, me salva
e cria pernas.
Minha Sereia, Minha Mãe D'água, Minha Iara. Amém.
Ser politicamente correto é burrice de bom tom. Ser politicamente incorreto é infatilidade narcisista. Seja você mesmo e lembre-se que seu direito termina quando o do outro começa.
No ano passado quando retornei ao Brasil por um curto período tive a infeliz oportunidade de vivenciar os serviços de emergência da pátria amada, idolatrada, salve, salve! Foi quando comecei a pensar que este "salve, salve!" é, ao invés de uma saudação, um grito por socorro.
Após o incidente, revoltado, escrevi um "conto documentário" narrando a dissaborosa experiência que de tão surreal, para mim, tornou-se tragicômica. Eis aqui o link
Por enquanto, a única coisa que gosto mais aqui no Canadá do que nos Estados Unidos é a difusão da Fórmula 1, aliás, paixão mesmo. O Villeneuve, mesmo sendo aquele piloto medíocre se comparado ao pai, é um herói por estas bandas... e o principal "feriado" de Montreal, o carnaval desta cidade que faz tudo parar é, sem dúvida, o GP de F1. Só prá se ter uma idéia, na semana do GP, quase tudo triplica de preço!!

Onze anos sem D. Carmem...
"A sociedade é uma bola de máscaras, onde todos escondem sua verdadeira personalidade, e a revelam ao escondê-la."
Não! Não se trata de um post sobre políticos ou funcionários públicos. Estou me referindo ao berço do mal, a histórica perversidade do Homem em corromper a si mesmo e ao outro, jogando por terra valores morais, belezas, purezas, fés e propósitos.
Estou meio grandinho demais prá; estas coisas... "meu pequeno diário" Gosh! Provavelmente ninguém lerá nada escrito aqui, não que não haja valor algum, apenas porque este link é só mais um grão de poeira no cosmos da Internet e eu sinceramente não estou assim tão pré-disposto ou entusiasmado a ponto de aplicar meus parcos...
Acordou. Visão ainda turva e mente conturbada dos destilados da noite anterior, viu no chão aquele objeto lânguido. Um cinto. Não um cinto qualquer, um cinto de homem... Quando o cérebro ainda lento finalmente processou aquela informação, foi um pulo só!
É meia-noite e meia e acabei de chegar em "casa" com a Iara. O tempo fechou ao cair da tarde de ontem, fazendo com que o vento e a chuva persistissem até hoje à noite. Sem carro, fomos ficando por aqui e nos entretendo criativamente...
Tudo bem! Sou o primeiro a admitir que quase nada conheço do mundo in loco, mas pelo menos experimentei um pouquinho do primeiro mundo deste lado do Atlântico vivendo nos Estados Unidos e no Canadá (para onde acabei voltando... temporariamente!). Do...
The phone rang, but I couldn't pick it up. I knew it was you and what you meant, somehow there's still some sync. Thank you, it meant a lot to me.
Taxista, profissão difícil. Por vezes perigosa, em outras, alegre. Dirigir no trânsito exponencialmente caótico das grandes capitais, especialmente as do Brasil, que exceto a Federal, nunca foram sequer pensadas, quiçá planejadas para o volume sempre crescente de veículos a lhes cortar de um lado a outro.
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