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intimidades de uma sessão de massagem

Leonardo | 18 Fevereiro, 2006 23:25


Há quase oito anos atrás, ainda no Brasil, fui convencido de que precisava experimentar o tal shiatsu, que além de me relaxar, amenizaria sobremaneira as dores nas costas que sentia naquele período. A primeira preocupação foi com a intimidade...de tais sessões. De cara, sendo honesto comigo mesmo, decidi que não poderia ser uma mulher, por mais profissional que fosse, ou sendo, teria que ser totalmente desprovida de encantos, para evitar embaraços de natureza sexual sobre os quais não teria controle. Para minha sorte, fui indicado a um massagista.

Ainda tenso, segui, dias depois, rumo a minha primeira sessão. Lá chegando, descobri que o massagista, além da matéria, levava o etéreo em consideração em seu trabalho e muito calado, iniciou seu ritual. Incensos, 'Enyas' e meditações mais tarde, começou a massagem propriamente dita. Decidi relaxar e me entregar, já que afinal, estava pagando por aquilo, que tinha como objetivo último relaxar-me. Foi então que o massagista começou a falar e o caos a se instaurar.

O massagista era gay! Falava como pobre na chuva, numa entonação fortemente efeminada. Pronto, pânico! Que ninguém pense que sou homofóbico, pois não sou. Mas daí, a ficar trancado num consultório à meia-luz, deitado só de cueca na mesa de massagem, rolando musiquinha e incenso com um gay me apalpando todo o corpo, aí já é um pouco demais! O receio agora era outro, mas se fazia presente. Eu pensava: e se cara der uma investida? Putz! O barraco estaria armado, que poderia ir de um esporro à safanões.

Lá fiquei, tenso. Mas o tal shiatsu era mesmo muito bom e aos poucos fui me relaxando, percebendo que o massagista, quaisquer que fossem seus motivos não dava sinais de investidas. Fosse por que era um profissional ético, por que era comprometido, por eu não era o tipo dele... não interessava. O importante era que a relação massagista/cliente estava desenrolando apropriadamente.

Acabei por fazer várias sessões com o massagista que, mais tarde, disse-me ter esposa e filhos! Mundo estranho este... No final das contas nunca soube se ele era de fato homo ou hetero-sexual. Talvez ambos. Fato é que não conseguia mais frequentar suas sessões. Por que? Porque ele falava demais!

 
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Hehehehe... acabei de escrever sobre minhas experiência com massagens, também, você viu? não é fácil acertar num(a) bom(boa) massagista... e isso é coisa séria!

Denise Arcoverde | 22/02/2006, 00:59

 
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Bem sei eu. Tive menor sorte que você... Mas a culpa foi sua, que me indicou a peça...

Abraços e boa sorte, pra você e pra Iara.

Luiz Flávio | 24/02/2006, 08:25

 
Menos sorte?? [Responder]

Ué Luiz, que negócio é este?? Rolou uns beijinhos??? ;) Grande abraço!

Leonardo | 24/02/2006, 08:35

 
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Tá me estranhando? O problema é que comigo ele falou o que não devia. Que dureza! Só não apanhou por que era seu amigo(!).

Luiz Flávio | 25/02/2006, 06:56

 
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Sério?! Bichinha complicada... ;)
BTW, meu amigo o ca(...)!!

Leonardo | 25/02/2006, 09:30

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